Mostrar mensagens com a etiqueta cheiro. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta cheiro. Mostrar todas as mensagens
segunda-feira, 3 de março de 2008
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008
Zen de Fevereiro
Quando me levantei
já as minhas sandálias andavam
a passear lá fora na relva
Esta noite
até os atacadores dos sapatos
floriram
Jorge de Sousa Braga ,
Gerês de Os Pés Luminosos em O Poeta Nú
Publicada por
sininho
à(s)
2/04/2008
2
assanhados
Etiquetas: cheiro, Espanta Espíritos, sentidos
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Zen do Dia
A um Poeta
Longe do estéril turbilhão da rua,
Beneditino, escreve! No aconchego
Do claustro, na paciência e no sossego,
Trabalha, e teima, e lima, e sofre, e sua!
Mas que na forma se disfarce o emprego
Do esforço; e a trama viva se construa
De tal modo, que a imagem fique nua,
Rica mas sóbria, como um templo grego.
Não se mostre na fábrica o suplício
Do mestre. E, natural, o efeito agrade,
Sem lembrar os andaimes do edifício:
Porque a Beleza, gêmea da Verdade,
Arte pura, inimiga do artifício,
É a força e a graça na simplicidade.
Olavo Bilac
Longe do estéril turbilhão da rua,
Beneditino, escreve! No aconchego
Do claustro, na paciência e no sossego,
Trabalha, e teima, e lima, e sofre, e sua!
Mas que na forma se disfarce o emprego
Do esforço; e a trama viva se construa
De tal modo, que a imagem fique nua,
Rica mas sóbria, como um templo grego.
Não se mostre na fábrica o suplício
Do mestre. E, natural, o efeito agrade,
Sem lembrar os andaimes do edifício:
Porque a Beleza, gêmea da Verdade,
Arte pura, inimiga do artifício,
É a força e a graça na simplicidade.
Olavo Bilac
Publicada por
sininho
à(s)
1/25/2008
3
assanhados
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
Subscrever:
Mensagens (Atom)